Um vírus mortal está infectando todas as instituições da república, em especial o Congresso Nacional e o Senado. Há fortes suspeitas de que a contaminação tenha se propagado de forma intencional. Os algozes desse plano maquiavélico seriam lideranças desmoralizadas por escândalos, e partidos coniventes com a corrupção. A intenção: nivelar por baixo a classe política, disseminar o descrédito geral, semear a falta de ética para enfraquecer as instituições e nessa cortina de fumaça se esconder. A descrença geral na classe política só beneficia a corruptos e corruptores. Transformar todos em “farinha do mesmo saco” melhora a farinha ruim e piora a farinha boa. O vírus oportunista cria disfunções no organismo democrático. Sua intenção é se instalar como um parasita que se alimenta da república (do latim rês pública, coisa pública). Traduzindo. A medida que se aproximam as eleições de 2010, pipocam escândalos que desmoralizam o poder legislativo. Primeiro foi o escândalo que mostrou o senado como um dos maiores cabides de emprego do mundo. Agora o escândalo das passagens aéreas no Congresso Nacional. A instituição disponibiliza, oferece, incentiva o uso familiar e possibilita que o parlamentar ceda passagens a qualquer um. Quando os parlamentares usam esse direito, são contaminados. Imediatamente a mídia denuncia, e os algozes realizam seu intento desmoralizando a todos. Mas uma pergunta não quer calar. Porque essa mídia tão atenta ao uso irregular das passagens aéreas pelos parlamentares, nada diz sobre o uso, muito mais escandaloso, por Lula e Dilma de recursos públicos para fazer campanha sucessória ostensiva , fingindo ações governamentais em favor do PAC? Porque não somam quantas já foram as viagens e quanto custaram? A mídia, sempre tão arguta, não pode jamais ser considerada um inocente útil. A leniência na administração do Congresso Nacional e do Senado, visa na verdade corromper a moralidade como uma forma de igualar a todos.
Assim, aquele que usou passagens aéreas para levar a família ao exterior parece igual àquele que vendeu seu voto no mensalão. E o povo conclui que todos os políticos são iguais. Desiludidos então, se alienam deixando de acreditar na política. E um povo alienado e desiludido é mais fácil de ser manipulado.
É importante que os parlamentares que quiserem preservar sua integridade fiquem atentos para não caírem nas armadilhas daqueles que, sujos de lama, estendem tapetes que escondem o lodo contaminante. Para restaurar a moralidade é fundamental que todos os deputados e senadores recusem privilégios, pois só assim o vírus oportunista não irá contaminá-los com essa doença incurável que quer matar a nossa democracia.
Assim, aquele que usou passagens aéreas para levar a família ao exterior parece igual àquele que vendeu seu voto no mensalão. E o povo conclui que todos os políticos são iguais. Desiludidos então, se alienam deixando de acreditar na política. E um povo alienado e desiludido é mais fácil de ser manipulado.
É importante que os parlamentares que quiserem preservar sua integridade fiquem atentos para não caírem nas armadilhas daqueles que, sujos de lama, estendem tapetes que escondem o lodo contaminante. Para restaurar a moralidade é fundamental que todos os deputados e senadores recusem privilégios, pois só assim o vírus oportunista não irá contaminá-los com essa doença incurável que quer matar a nossa democracia.

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